CRI / CRA · MERCADO DE CAPITAIS

Recebíveis que podem
colocar projetos em movimento.

Uma estrutura para empresas dos setores imobiliário e do agronegócio que precisam avaliar captação conectada aos seus fluxos e contratos.

EM TERMOS SIMPLES

O projeto encontra uma estrutura de captação.

CRI e CRA são certificados vinculados, respectivamente, a recebíveis imobiliários e do agronegócio. Uma companhia securitizadora emite os títulos após a estruturação e as análises necessárias.

A operação depende da qualidade dos recebíveis, do projeto, das garantias, da documentação e das condições de mercado.

01 · LASTRO

Contratos e recebíveis sustentam a análise.

02 · ESTRUTURA

Fluxo, prazo e garantias precisam conversar.

03 · GOVERNANÇA

Participantes e obrigações são definidos formalmente.

LEIA A OPERAÇÃO POR CAMADAS

De onde vem a capacidade de pagamento?

Alterne entre as perspectivas para entender como o setor muda a origem dos recebíveis, sem eliminar a necessidade de análise completa.

ESCOLHA UMA PERSPECTIVA

RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

Contratos do setor imobiliário entram no centro da estrutura.

O fluxo pode estar ligado a vendas, locações ou outros créditos elegíveis, conforme a legislação e o desenho da operação.

  • Origem e validade dos contratos.
  • Previsibilidade e concentração dos pagamentos.
  • Características do empreendimento e das garantias.

RECEBÍVEIS DO AGRONEGÓCIO

O ciclo produtivo orienta prazos e obrigações.

A estrutura considera a origem rural ou comercial dos créditos, a cadeia envolvida e os riscos próprios da atividade.

  • Contratos e vínculo com o agronegócio.
  • Sazonalidade e ciclo de produção.
  • Riscos operacionais, de mercado e garantias.

VISÃO COMPLETA

Um bom ativo precisa de uma boa estrutura.

Mesmo com recebíveis consistentes, a operação só avança depois da análise jurídica, financeira, documental e dos participantes.

  • Valor, prazo, remuneração e amortização.
  • Devedores, concentração e histórico.
  • Custos de estruturação e acompanhamento.

A OPERAÇÃO

Da tese à possibilidade de captação.

Diagnóstico

Entendemos o projeto, a finalidade dos recursos e os recebíveis disponíveis.

Validação inicial

Avaliamos aderência, escala, fluxo e documentação para definir se vale estruturar.

Desenho da operação

Participantes discutem prazo, remuneração, garantias, obrigações e cronograma.

Emissão e acompanhamento

A conclusão depende das aprovações, documentos, mercado e colocação dos títulos.

ANTES DE AVANÇAR

O que precisa estar claro.

A estrutura deve fazer sentido depois de custos, riscos, prazo e responsabilidades entrarem na mesma conta.

O projeto

  • Finalidade e valor da captação.
  • Recebíveis e contratos disponíveis.
  • Cronograma de uso dos recursos.

A capacidade de sustentar

  • Fluxo previsto e cenários de estresse.
  • Garantias e mecanismos de controle.
  • Governança e prestação de informações.

ANÁLISE DE ESTRUTURA

Seu projeto tem os elementos para uma operação?

A primeira conversa organiza objetivo, recebíveis, valor, prazo e documentos disponíveis.

Analisar com a Faça Capital ↗

A viabilidade, a emissão e a captação dependem de análise jurídica, financeira e documental, dos critérios dos participantes e das condições de mercado. Não há garantia de aprovação ou colocação.